LIVROS, Resenhas

Trilogia Bridget Jones

17 de novembro de 2014

A resenha dessa semana será sobre a trilogia Bridget Jones, da escritora Helen Fielding. Jornalista, na casa dos 30 anos, solteira e sofrendo pressão para casar. Além de ser viciada em livros de auto ajuda e viver quebrando as dietas permanentes. Sabe quando rola aquela química entre você e a personagem?! Acho que se um dia fosse escrever sobre a minha vida, eu seria a Brid.

No primeiro livro, O diário de Bridget Jones, nossa heroína faz um diário de um ano de sua vida. Nele, ela fala sobre a sua luta com todas as forças para emagrecer, encontrar um namorado, parar de beber e largar o cigarro.

Helen Fielding transforma o cotidiano de uma balzaquiana a matéria-prima para um livro memorável. Indico a todas as mulheres do planeta, pois com certeza um dia já se sentiram como Bridget Jones (ou pensam ser a própria, como essa pessoa que vos escreve).

Já em seu segundo livro, Bridget Jones – No limite da Razão, Brid tá namorando (Aeeeee!) com o amor da sua vida, Mark Darcy. Mas sua vida não se resolve. Apenas surgem novos problemas. Ela não sabe lidar com a interferência de suas amigas em seu relacionamento e com uma “falsa amiga” que vive dando em cima de Darcy. Esse livre se passa em 1997 e conta fatos da época, como a morte da princesa Diana e a febre da série Orgulho e Preconceito.

Muito bom mesmo! Assim como o primeiro, ficou bastante tempo na lista dos mais vendidos em todo o mundo!

O terceiro e, por enquanto, último é o Bridget Jones – Louca pelo garoto.  Após quatro anos a morte de Mr. Darcy, a nossa querida resolve dar a volta por cima e com a ajuda dos amigos revive os tempos em que era solteirona. Emagrece 20 quilos, passa a ir às baladas, encara de novo o dilema “será que ele vai ligar?”, cadastra-se em sites de namoro, começa a escrever um roteiro de cinema e abre uma conta no Twitter. E é aí que encontra o tal garotão, o Roxter.

Bridge no Twitter é genial. É de chorar de rir a relação da @JONESINHABJ com seus seguidores, em especial quando assume uma postura séria e preocupada com o público, dizendo-se líder da tal comunidade. Pena que depois seus tweets sejam substituídos por trocas de mensagens por telefone. Adianto, porém, que o final é óbvio. Com direito a festa de Natal e “puxa, era você”.

Ops, será que vou estragar algo? Incorporei a personagem.

 

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