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Música, cor e alegria

12 de janeiro de 2015

“QUE 2016 CHEGUE LOGO!!” É o que mais define como foi o Happy Holi Rio. O festival rolou ontem no estacionamento do shopping Via Park aqui na cidade e fluiu por 8 horas. 8 horas de muita música, cor, alegria, pegação e descontração. O ambiente super tranquilo atraiu gente de todas as idades, mas com o objetivo único de celebrar, independente de credo, raça ou orientação. Lá a única exigência era ser você mesmo.

Os djs detonaram na pista com uma playlist que foi desde a house music clássica ao funk mais tradicional do Rio, tudo com uma mixagem genuína e rica em explosões, que deixavam o ambiente com a mais pura euforia.

Mais do que qualquer coisa o Happy Holi foi uma celebração de alegria, como a logo já indicava “música, cor e alegria” não faltaram! O amor gritava em todas as formas e expressões e era brindado com a bebida mais gelada que você pudesse encontrar (o que foi fácil já que ela tava sempre gelada).

Confesso que passei a semana passada toda pensando em vender o meu ingresso e desistir de ir, que acordei ontem e fiquei mais de uma hora pra me convencer a ir. As opiniões sobre como seria o festival eram bem variadas, desde o pessoal que apostava mil fichas, àqueles que só sabiam dizer que era festinha pra criança. Mas depois de ter ido só da pra falar que eu me arrependeria muito de não ter ido, que a “festinha pra criança” foi sensacional e desbancou muito evento de nome, que se tivesse outra edição semana que vem eu ia de novo, que em 2016 eu compro meu ingresso no dia que começar a vender, porque valeu muito a pena.

Não se parava de dançar, pular e lançar cores pelo ar por muito tempo. A música fluía com muita naturalidade e as batidas se misturavam as batidas do coração. Hoje não to conseguindo mexer muito meu pescoço (acho que mexi demais ontem rs’)

Pra quem ficou ligado nas vendas o evento agradou a todos os bolsos, o ingresso coube no orçamento de qualquer um. Ta, okay a bebida/comida lá estavam bem carinhas, mas fazer o que nem tudo são flores.

Não posso dizer pra vocês como foi o serviço do postinho (Posto de saúde) e nem da praça de alimentação do evento, já que thanks lord não precisei ir e nem lembrei de ir checar. Mas acho que foi tudo de boa, o pessoal que vi voltar de lá não reclamava.

Uma coisa bacana que a organização do evento se preocupou, foi tentar ao máximo impedir que menores tivessem acesso a bebida alcoólica. Ela ficava restrita numa área que só maiores de idade tinham passe livre, através de uma pulseirinha. Copos e latas não saiam da área por passagens oficiais nem a pau, mas CLAAAAAARO que ela passava pela grade, porque né… a malandragem sempre flui. Porém era preciso contar com o descuido e aqueles momentos que os ‘vigias de grade’ não estavam olhando (sério tinha ‘vigia de grade’ rs’).

Sim, parecia que o Rio de Janeiro todo se concentrou ontem no estacionamento do Via Park, mas por mais que hoje o facebook seja só fotos de pessoas coloridas não dava pra encontrar ninguém, das pessoas que vi fotos só vi no evento as que estavam comigo.

Não pense você que a alegria e a diversão começava ou parava no portão do festival. No BRT, meio mais usado pra chegar a festa, as pessoas continuaram celebrando e se divertindo com os olhares curiosos daqueles que não entendiam o porquê de ter tantos jovens IMUNDOS e -nem mais tão coloridos assim- circulando pelos ônibus e plataformas. Poucos cidadãos comuns que usavam os ônibus saíram ilesos do zim (pó colorido). Ele mesmo sem querer ia parar nas roupas de todos que passaram por nós.

A dose vai se repetir ano que vem nas terras canarinhas, e enquanto o dia não chega nos resta fechar os olhos e lembrar da sensação maravilhosa das colorblast e dos momentos mais diversos que marcaram cada um de forma particular.

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