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Resenha: ‘A Mediadora – Assombrado (Vol. V)’, de Meg Cabot

15 de março de 2015

 

Hey Hey donzelas!

Cá estou eu trazendo a resenha do penúltimo livro da nossa saga.

Se você ainda não leu as outras resenhas aqui vão os links.

A Terra das Sombras

O Arcano Nove

Reunião

A Hora Mais Sombria

Vamos começar nossa resenha?

Go !

 

O nome do quinto livro da saga  é “Assombrado”. Como todos outros, o livro trás personagens novos, porém dessa vez ele traz um novo, que não é novo. É meio confuso, mas tenho certeza que você vai entender Donzela. Nosso personagem “novo” é alguém que apareceu no quarto livro.  Não comentei muito sobre ele, porque ele vai aparecer direto nesse e também no sexto (Crepúsculo). Isso sem falar que no final do quarto livro (Reunião) ele foi de uma enorme importância.

Sem mais demora eu estou falando de Paul Slater. O irmão mais velho do Jack. O panaca chorão menininho do quarto livro que Suze era babá lembram? Pois bem, assim como Jack, Paul também é um mediador. E agora ela está de volta. E vamos dizer que para Suze isso não significa uma coisa muito boa.

 -Bem, bem, bem – disse uma voz claramente masculina atrás de mim. – Vejam se não é Suzannah Simon. […] Suze, aqui estou eu, nervoso porque sou novo na escola, e você nem me diz oi? Isso é jeito de tratar um velho amigo?

Continuei a encara-lo , perfeitamente incapaz de falar. A gente não pode falar, claro, quando está com a boca seca como… bem, como prédio de tijolos  à nossa frente.

O que ele estava fazendo aqui? O que ele estava fazendo aqui? […] Não sei se o cara sentiu medo ou não. Mas certamente não gostou de eu bancar a indiferente para cima dele. Sua mão se estendeu quando eu tentei passar, e aproxima coisa que eu soube foi que seus dedos estavam enrolados no meu braço como um torno.[…]

-Solta o meu braço – falei.

-Suze- Ele ainda estava sorrindo, mas agora parecia ter um conhecimento cheio de malícia – Qual é o problema? Você não parece muito feliz em me ver.

-Você ainda não soltou o meu braço – lembrei-o. Dava pra sentir o gele de seus dedos através da anda de seda; o cara parecia ser totalmente sangue-frio, além de ter uma força sobrenatural.

Ele baixou a mão, dizendo:

-Olha desculpe, de verdade. Pelo modo como as coisas aconteceram na última vez em que nos encontramos.

Vou deixar claro que o último encontro de Suze e Paul não foi uma coisa muito boa. Paul mostrou realmente do que é capaz.  Na última resenha eu disse que ou você amava Paul, ou você odiava. Não existe meio termo. Paul Slater é o tipo do personagem que você gostaria de entrar no livro só pra dar um soco na cara dele. Ele até poderia ser o cara perfeito para Suze, porém seu caráter(na verdade a falta dele), faz com que ele seja um grande MEGA idiota. Mas mesmo assim ele ainda é um mediador. Só que ao contrário de Suzannah, Paul não liga em ajudar os fantasmas a seguirem sua “trajetória” pós-morte. Paul literalmente caga para isso. Mas veja  bem, Suze sempre teve mil dúvidas a respeito da sua mediação, e por uma “coincidência do destino”, Paul tem informações que chamam a tenção de Suze. E é dessa forma que ele consegue “fisgar” Suze. E como ela quer muito saber mais sobre mediação, ela topa fazer meio que um “acordo” com nosso detestável sem caráter.

-Certo- falei, sentindo o suor que tinha brotado nas palmas das mãos, deixando os braços da cadeira escorregadios com a umidade. Mas não me importava. Meu coração estava na garganta, e mesmo assim eu não me importava. – Certo, eu vou à sua casa depois das aulas. Mas só se você me contar sobre… sobre isso.

E acaba descobrindo, como eu posso dizer, um novo tipo de nediação. E para surpresa da própria Suze, ela se encaixa nesse novo “perfil” de mediador.

E você deve estar perguntando: e Jesse? Bem, Jesse não sabe da volta de Paul. E nem poderia saber, já que provavelmente ele mataria o cara. Se você leu o “A Hora Mais Sombria” vai entender o porquê desse ódio. É pelo medo que Jesse faça algo contra Paul, que Suzannah decide deixar sua volta em segredo . E bem, Suze tinha razão, porque quando Jesse descobre (da pior maneira possível, tenho que acrescentar) ele fica bem… Furioso. E claro que Paul não deixa por menos.  Provocar é literalmente a arte de Paul Slater.

-Diga uma coisa, Jesse. Ela suspira quando você a beija, também?

E com esse pequeno spolier, eu termino minha resenha do quinto livro. Espero que tenham gostado Donzelas.

Até a próxima Resenha.

Beijos e beijos.

É isso aí !

 

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