Boys, Relacionamentos

E os namoradinhos?

17 de abril de 2015

Sempre tem aquela tia perguntando no almoço de domingo “E aí, como vão os namoradinhos?”. Passei parte da minha vida respondendo: “tem não, tia. Tá fraco!”. Crescemos escutando perguntas como essa, ou se já pensamos em casar, quantos filhos queremos ter.

Quando vivemos um tempo solteiros, começam a achar que temos algo errado, dedo podre, nenhum namoro dura: “com certeza a culpa é sua, você é fodinha!” É quase inadimissível ficar com a mesma pessoa por quase um ano e ao terminar ser porque não deu certo. “Mas só agora? Aaaah, ficou de saco cheio!”.

É uma responsabilidade muito grande ser mulher e crescer com esses questionamentos e julgamentos. Mas quando chegamos a certa idade, passamos a perceber que não necessitamos estar com alguém. Não que sejamos boas o suficiente para ficarmos sozinha, ou somos frias e insensíveis, é porque a vida começa a nos mostrar que a felicidade está dentro de nós e que o outro é complemento. Não é que exista uma pessoa certa para outra, sabe, o chinelo velho para o pé cansado, mas existem pessoas que completam, somam e fazem o pote transbordar. A lógica não é depender do outro para ser feliz, e sim ser feliz para se tornar escandalosamente com um parceiro.

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Chegar em casa e não dever satisfações, ser livre para vestir e comer o que quiser, sair e chegar com o sol raiando, ou então nem voltar para casa. Conhecer pessoas novas e reforçar os laços antigos. Tudo isso é mais possível estando no time dos solteiros. E garanto, quando você conhece alguém que te faça querer voltar para casa, querer trocar a balada pelo cinema, você verá que realmente é a pessoa que vai te somar.

Já dizia o pagodeiro, “Deixa acontecer naturalmente..” Enquanto a necessidade for maior, o seu dedo continuará podre, você verá príncipe em vagabundo e quebrará a cara mais uma vez. Vamos seguir o conselho da diva Marta Suplicy: “relaxa e goza”! 😉

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