ENTRETENIMENTO, Filmes

Graci conta como foi o Festival de Cinema baiano

15 de junho de 2015

Alguém  gosta de cinema aí? Então vem comigo!!

A semana passada eu participei do 5º festival de cinema baiano, que foi realizado aqui na minha cidade (Ilhéus-Bahia).

O festival foi um sucesso, fiquei encantada com tantas produções regionais que foram exibidas, algumas com renda própria tão boas quanto as que foram realizadas com incentivo. O que provou que o tema do festival, “podemos”caiu como uma luva.

A semana foi intensa e abarcou oficinas, debates, workshop e muitos filmes. Foram 38 curtas-metragens e 11 longas-metragens exibidos nessa quinta edição do FECIBA. Eu fiquei super em  dúvida sobre qual oficina iria fazer porque era três concomitantes.

Acabei optando por fazer a oficina de direção e produção, ministrada por Sylvia Abreu, a oficina ofereceu  uma visão geral do trabalho do diretor de produção e sua equipe nos diferentes seguimentos do audiovisual,  Abordou as diferentes etapas, desde a análise do roteiro à pré-produção, filmagem e fechamento da produção, com ênfase na análise técnica, plano de filmagem, contratação de equipe e demais aspectos do dia-a-dia de uma filmagem.

Sylvia já produziu diversos curtas e longas metragens. Atualmente na sua carteira de projetos estão os longas “Vertigem do Sagrado”, “O Fantasista”, “Abaixo a Gravidade”, “Cinema na Província”, “Se viver 100 anos vou achar que foi pouco” e as séries “Tadinha”, “A Casa Rosa” e “Cine Barato”.

Porém, no entanto e todavia hahahaha fiz a oficina de produção somente um dia, mudei para a oficina de direção e Preparação de Elenco, ministrada por Marina Medeiros. E foi fantástico!!!  Marina é atriz, preparadora de elenco e performer. Formada em Artes Cênicas, pela UFRGS trabalha com cinema e preparou o elenco de diversos curtas e longas-metragens, tais como De Menor, Sultan (Panamá), A suprema felicidade (direção Arnaldo Jabor); Artigas -La Redota (Direção César Charlone); Xingu (Direção Cao Hamburger); Trash (Direção  Stephen Daldry); De Menor (Direção Caru Alves de Souza); Um par a outro (Direção Cecília Engels); Capitães da areia (Direção Cecília Amado);  Plastic city  (Direção Yu Lik Waiv); entre outros.

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E aconteceu de tudo um pouco nessa oficina. Me conheci um pouco mais, Encontrei um amigo do MT que está morando na Bahia, fazendo cinema e eu nem sabia e  também  conheci amigos novos. O mundo é uma bola (de gude). A oficina de preparação de Elenco foi fantástica, Marina é uma excelente profissional, de peso, de currículo e de paixão. Paixão no olhar pelo que faz, dá gosto encontrar seres humanos assim. Embora eu não seja atriz, hoje reconheço a importância de uma boa preparação, já que estímulos e respostas estão intimamente ligados e o resultado de uma boa preparação é uma boa atuação. Amei! Nesse quadrado branco, cada um tinha que se deixar ver. Como se os outros fosse câmeras, a dinâmica parecia fácil, mas no momento em que você se expõe o coração acelera, e mesmo que não precise falar nada, o nervosismo toma conta. Foi um ótimo exercício para me apresentar e portar em público.

Sobre os filmes que foram exibidos, um longa mexeu muito comigo. Um filme maravilhoso dirigido por Camilo Cavalcante, “A história da eternidade” é um filme sensível, convidativo e envolvente. SE passa em um pequeno vilarejo no Sertão baiano e conta  três histórias de amor e desejo que revolucionam a paisagem afetiva dos moradores. Os personagens fazem parte de um mundo romanesco, no qual suas concepções da vida estão limitadas, de um lado pelos instintos humanos, do outro por um destino cego e fatalista. A fotografia do filme é de um bom gosto indiscutível, fiquei em êxtase em cada cena. Ele ainda está em festivais, mais assim que estiver disponível para o público amplo, eu   Super-recomendo que assistiam, é daqueles filmes que permanecem em você quando você sai do cinema.

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